No sábado, a atriz Mel Lisboa casou-se com o músico Felipe Roseno, em São Paulo, onde irá residir, no bairro de Vila Mariana.Mas... onde estará sendo a Lua-de-MEL? Em LISBOA?
Ontem, ladrões tentaram assaltar uma agência bancária em Guarulhos, mas fugiram e foram para a Zona Norte de São Paulo. Foram perseguidos e fizeram reféns em uma residência no Tremembé. Houve três mortes: um assaltante, um policial e um motoqueiro.
Autor de "Aquarela do Brasil", uma das músicas mais executadas do planeta, o mineiro Ary de Resende Barroso, se estivesse vivo, estaria completando hoje 105 anos de vida. Talentoso, eclético, obteve sucesso em todas as suas atividades: como compositor, apresentador de programas de calouros e narrador esportivo. Além de "Aquarela do Brasil", compôs músicas inesquecíveis como "Boneca de Piche", "Maria", "Morena Boca de Ouro", "Na Baixa do Sapateiro", "No Rancho Fundo", "No Tabuleiro da Baiana", "Os Quindins de Iaiá", "Risque", que ficarão para sempre no coração do Brasil. Meu Brasil brasileiro.
O músico (músico?) Lobão, entre outras "pérolas", fez o seguinte pronunciamento na abertura do Fórum das Letras de Ouro Preto: "Eu acho Chico Buarque um horror, um chato. A Bossa Nova é a mesma coisa. Tirando Tom, Vinícius e João Gilberto, os outros, como Roberto Menescal, Carlos Lyra etc., são músicos de segundo time."
Após empurrar a camareira longe (três metros), durante a briga com Luana Piovani, o ator Dado Dolabella tem recebido alguns convites:
Na semana passada, o jornalista esportivo Milton Neves foi assaltado quando dirigia na Rua Pedroso Alvarenga, Itaim Bibi, em São Paulo. Primeiro, passou um vendedor ambulante e colou um chiclete na traseira do seu carro. Depois, veio o ladrão armado e levou dele dois celulares, um relógio e uma corrente.
Já faz 38 anos! Em 13 de dezembro de 1968, o presidente Costa e Silva havia assinado o AI-5, cassando direitos políticos e fechando o Congresso Nacional. O primeiro e mais importante jornal de oposição ao regime militar depois do AI-5 nasceu em Ipanema. Foi num barzinho na Cinelândia que Jaguar, Sérgio Cabral, Ziraldo, Millôr, Fortuna, Claudius, Prósperi, Luís Carlos Maciel e Tarso de Castro, entre outros, resolveram fundar o semanário "O Pasquim". O primeiro número chegou às bancas em 26 de junho de 1969. Fazia longas entrevistas. A mais polêmica foi a de Leila Diniz, na qual um (*) substituía os 66 palavrões utilizados pela atriz. Foi nessa fase que "O Pasquim" atingiu seu recorde de mais de 200 mil exemplares vendidos. Henfil tinha Os Fradinhos, Jaguar desenhava o ratinho Sig, Luís Carlos Maciel divulgava a cultura hippie... Até que "O Pasquim" publicou uma brincadeira com Dom Pedro, às margens do Ipiranga, no famoso quadro de Pedro Américo. Era o pretexto que os militares procuravam para enfraquecer o nanico jornal opositor. E, em 4 de novembro de 1970, o exército invadiu a redação e prendeu todo mundo. Ficaram presos até o fim do Carnaval. Mas o jornal continuou circulando normalmente, trazendo artigos de dezenas de colaboradores, como Chico Buarque, Rubem Fonseca, Odete Lara, Antônio Callado, Glauber Rocha, Carlinhos Oliveira, quase toda a intectualidade carioca. Acima, a capa do primeiro jornal após a prisão.
Incrível! Um designer carioca criou uma camiseta com o rosto de Dado Dolabella e os dizeres: "Not Guilty. Dado Rock´s". Isso quer dizer: "Inocente. Dado é o cara!". Dado é o cara que empurrou e machucou a camareira na briga com a Luana Piovani.
O Palmeiras também quer que Roberto Carlos libere a música "O Portão". Só que utilizaria outro nome:
Porque seu filho Segundinho é corintiano fanático, Roberto Carlos autorizou a utilização da música Mulher Melancia dançando o Funk da Bolsa...
só poderia dar em queda!!!
Fafá de Belém foi escolhida, novamente, para cantar o Hino Nacional, dessa feita no Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, dia 2 de novembro, em Interlagos. A escolha dela é plenamente justificável. Afinal, a própria letra do Hino Nacional Brasileiro diz:
O Tribunal italiano proibiu o casal Mara e Roberto Germano de chamar seu filho de "Sexta-feira" (em italiano seria Venerdi), por considerar um nome ridículo.
Ontem, no casamento de Mário Bernardo Garnero e Schynaider Rodriguez, em Campinas, Daniella Ciccarelli não ficou de saia justa porque o irmão do noivo, Álvaro Garnero, e a sua namorada, Caroline Bittencourt (que foi expulsa do casamento dela) não compareceram.