Para chamar a atenção para a coleta seletiva de lixo, a atriz Deborah Secco tirou a roupa para uma revista.É isso aí! Pela natureza, nada melhor do que a Deborah Secco ao natural!
Após empurrar a camareira longe (três metros), durante a briga com Luana Piovani, o ator Dado Dolabella tem recebido alguns convites:
Na semana passada, o jornalista esportivo Milton Neves foi assaltado quando dirigia na Rua Pedroso Alvarenga, Itaim Bibi, em São Paulo. Primeiro, passou um vendedor ambulante e colou um chiclete na traseira do seu carro. Depois, veio o ladrão armado e levou dele dois celulares, um relógio e uma corrente.
Já faz 38 anos! Em 13 de dezembro de 1968, o presidente Costa e Silva havia assinado o AI-5, cassando direitos políticos e fechando o Congresso Nacional. O primeiro e mais importante jornal de oposição ao regime militar depois do AI-5 nasceu em Ipanema. Foi num barzinho na Cinelândia que Jaguar, Sérgio Cabral, Ziraldo, Millôr, Fortuna, Claudius, Prósperi, Luís Carlos Maciel e Tarso de Castro, entre outros, resolveram fundar o semanário "O Pasquim". O primeiro número chegou às bancas em 26 de junho de 1969. Fazia longas entrevistas. A mais polêmica foi a de Leila Diniz, na qual um (*) substituía os 66 palavrões utilizados pela atriz. Foi nessa fase que "O Pasquim" atingiu seu recorde de mais de 200 mil exemplares vendidos. Henfil tinha Os Fradinhos, Jaguar desenhava o ratinho Sig, Luís Carlos Maciel divulgava a cultura hippie... Até que "O Pasquim" publicou uma brincadeira com Dom Pedro, às margens do Ipiranga, no famoso quadro de Pedro Américo. Era o pretexto que os militares procuravam para enfraquecer o nanico jornal opositor. E, em 4 de novembro de 1970, o exército invadiu a redação e prendeu todo mundo. Ficaram presos até o fim do Carnaval. Mas o jornal continuou circulando normalmente, trazendo artigos de dezenas de colaboradores, como Chico Buarque, Rubem Fonseca, Odete Lara, Antônio Callado, Glauber Rocha, Carlinhos Oliveira, quase toda a intectualidade carioca. Acima, a capa do primeiro jornal após a prisão.
Incrível! Um designer carioca criou uma camiseta com o rosto de Dado Dolabella e os dizeres: "Not Guilty. Dado Rock´s". Isso quer dizer: "Inocente. Dado é o cara!". Dado é o cara que empurrou e machucou a camareira na briga com a Luana Piovani.
O Palmeiras também quer que Roberto Carlos libere a música "O Portão". Só que utilizaria outro nome:
Porque seu filho Segundinho é corintiano fanático, Roberto Carlos autorizou a utilização da música Mulher Melancia dançando o Funk da Bolsa...
só poderia dar em queda!!!
Fafá de Belém foi escolhida, novamente, para cantar o Hino Nacional, dessa feita no Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, dia 2 de novembro, em Interlagos. A escolha dela é plenamente justificável. Afinal, a própria letra do Hino Nacional Brasileiro diz:
O Tribunal italiano proibiu o casal Mara e Roberto Germano de chamar seu filho de "Sexta-feira" (em italiano seria Venerdi), por considerar um nome ridículo.
Ontem, no casamento de Mário Bernardo Garnero e Schynaider Rodriguez, em Campinas, Daniella Ciccarelli não ficou de saia justa porque o irmão do noivo, Álvaro Garnero, e a sua namorada, Caroline Bittencourt (que foi expulsa do casamento dela) não compareceram.