Ontem, a presidente Dilma deu o pontapé inicial no primeiro estádio concluído para a Copa do Mundo:
o Castelão, em Fortaleza.
Esperamos que não seja outra bola fora.
17 de dezembro de 2012
TIMÃO, O MELHOR DO MUNDO
Já nas bancas, mais uma publicação dos jornalistas Mário Marinho e Silvio Natacci para a On Line Editora: "Timão, O Melhor do Mundo". São 32 páginas, que contam todos os detalhes da histórica conquista, além de relembrar as emoções da Libertadores e do Mundial de 2000.
Show de Bola!
Show de Bola!
16 de dezembro de 2012
CORINTHIANS, CAMPEÃO DO MUNDO!
Corinthians venceu o Chelsea por 1 a 0, no Japão, e tornou-se bicampeão mundial de futebol.
Como o mundo vai terminar dia 21,
pode-se dizer que o Corinthians é o Campeão do Fim-do-Mundo!
Como o mundo vai terminar dia 21,
pode-se dizer que o Corinthians é o Campeão do Fim-do-Mundo!
15 de dezembro de 2012
REVISTA DO SÃO PAULO CAMPEÃO
Mais uma publicação da On Line Editora, produzida por Mário Marinho e Silvio Natacci: São Paulo Campeão da Copa Sul-Americana 2012. São 32 páginas que contam, com detalhes, a conquista de mais este troféu por parte dos tricolores.
Show de Bola!
Show de Bola!
14 de dezembro de 2012
ANIVERSÁRIO DE DILMA
Dilma faz 65 anos e passa seu aniversário na Rússia. Sinal de que a coisa está russa.
Mais do que velinhas,
ela precisa apagar incêndios.
Mais do que velinhas,
ela precisa apagar incêndios.
13 de dezembro de 2012
SÃO PAULO, CAMPEÃO DA COPA SUL-AMERICANA
Ontem, o São Paulo venceu o Tigre, da Argentina,
por 2 a 0, no Morumbi, gols de Lucas e Osvaldo, e conquistou o título da Copa Sul-Americana.
O jogo teve um só tempo:
tempo quente!
por 2 a 0, no Morumbi, gols de Lucas e Osvaldo, e conquistou o título da Copa Sul-Americana.
O jogo teve um só tempo:
tempo quente!
12 de dezembro de 2012
DESPEDIDA DE SÃO MARCOS
Ontem, goleiro Marcos se despediu do futebol, com uma bonita festa.
O problema é que o Palmeiras também se despediu do futebol.
O problema é que o Palmeiras também se despediu do futebol.
11 de dezembro de 2012
10 de dezembro de 2012
8 de dezembro de 2012
7 de dezembro de 2012
TREMOR DE TERRA NO JAPÃO
Terremoto de 7,3 graus atinge o Japão.
Não se sabe se o Corinthians tem um tremendo time ou um time tremendo.
Não se sabe se o Corinthians tem um tremendo time ou um time tremendo.
6 de dezembro de 2012
NO ANO EM QUE NIEMEYER NASCEU
Em 1907, ano em que Niemeyer nasceu...
O presidente do Brasil era Affonso Penna, que assumiu em 15/11/1906, sucedendo a Rodrigues Alves.
Foram lançados os filmes legendados.
Foi feita a primeira decolagem de helicóptero.
Ruy Barbosa ganhou o apelido de "Águia de Haia".
O pintor espanhol Pablo Picasso, junto com outros artistas, inaugurou uma nova escola de pintura, o cubismo.
A população brasileira era de 20,87 milhões de habitantes.
Também nasceram: Braguinha, dona Canô (mãe de Caetano e Bethânia), Dean Martin, Dercy Gonçalves e Victor Civita.
... e o Corinthians nasceu três anos depois!
O presidente do Brasil era Affonso Penna, que assumiu em 15/11/1906, sucedendo a Rodrigues Alves.
Foram lançados os filmes legendados.
Foi feita a primeira decolagem de helicóptero.
Ruy Barbosa ganhou o apelido de "Águia de Haia".
O pintor espanhol Pablo Picasso, junto com outros artistas, inaugurou uma nova escola de pintura, o cubismo.
A população brasileira era de 20,87 milhões de habitantes.
Também nasceram: Braguinha, dona Canô (mãe de Caetano e Bethânia), Dean Martin, Dercy Gonçalves e Victor Civita.
... e o Corinthians nasceu três anos depois!
CORINTHIANS NO JAPÃO
O Japão superou bombas atômicas, ciclones, maremotos, terremotos...
Mas o Corinthians... Não sei, não...
Mas o Corinthians... Não sei, não...
5 de dezembro de 2012
DIA DA INVASÃO CORINTIANA
Hoje é uma data especial para corintianos como Toquinho, Serginho Groisman, Dan Stulbach, Sabrina Sato, Milene Domingues, Émerson Fittipaldi, Washington Olivetto, Raul Gil, Ary Toledo, Danilo Gentili, Fábio Assunção, Boni, Derico, Nelson Rubens, Luciano Huck e tantos outros.
Hoje faz exatos 36 anos que ocorreu a histórica invasão corintiana no Maracanã, quando do jogo Corinthians x Fluminense, pelas semifinais do Campeonato Brasileiro.
Fazia 21 anos que o Corinthians não conquistava um título. A esperança alvinegra de ir para a final contra o Internacional era muito grande. Mas precisava passar pelo Fluminense, que, na época, era chamado de "Máquina Mortífera", tal o nível técnico de seu time, que tinha, entre outros, Carlos Alberto Torres, Edinho, Rodrigues Neto, Carlos Alberto Pintinho e, por ironia do destino, Rivellino, o ex-ídolo corintiano.
O Corinthians jogou com: Tobias; Zé Maria, Moisés, Zé Eduardo e Wladimir; Givanildo (Basílio), Ruço e Neca; Vaguinho, Geraldo (Lance) e Romeu. Técnico: Duque.
O Fluminense foi de: Renato; Rubens Galaxe, Carlos Alberto Torres, Edinho e Rodrigues Neto; Carlos Alberto Pintinho, Cléber (Erivelto) e Rivellino; Gil, Doval e Dirceu. Técnico: Mário Travaglini.
Na foto acima, de costas, de camisa vermelha listrada, o então repórter de campo Fausto Silva.
Quase 147.000 torcedores compareceram ao Maracanã, sendo que a metade era composta por apaixonados corintianos. Foi o maior deslocamento humano ocorrido até hoje em decorrência de um evento esportivo.
O jogo terminou empatado em seu tempo normal, 1 a 1, e, nos pênaltis, deu Corinthians. Na final, em Porto Alegre, mais uma decepção para os corintianos: o Inter venceu por 2 a 0 e foi campeão. O Corinthians só foi quebrar o jejum de títulos no ano seguinte, conquistando o Campeonato Paulista.
Eis um trecho do que escreveu Nélson Rodrigues, que era torcedor do Fluminense, para o jornal "O Globo", no dia seguinte:
"Uma coisa é certa: não se improvisa uma vitória. O jogo começou na véspera, quando a Fiel explodiu na cidade. Durante toda a madrugada, os fanáticos do Timão faziam uma festa no Leme, em Copacabana, Leblon, Ipanema. E as bandeiras do Corinthians ventavam em procela. Ali, chegavam os corintianos, aos borbotões. Ônibus, aviação, carros particulares, táxis, a pé, a bicicleta. Nunca uma torcida invadiu outro estádio com tanta euforia. Houve um momento em que me senti estrangeiro na doce terra carioca."
Hoje faz exatos 36 anos que ocorreu a histórica invasão corintiana no Maracanã, quando do jogo Corinthians x Fluminense, pelas semifinais do Campeonato Brasileiro.
Fazia 21 anos que o Corinthians não conquistava um título. A esperança alvinegra de ir para a final contra o Internacional era muito grande. Mas precisava passar pelo Fluminense, que, na época, era chamado de "Máquina Mortífera", tal o nível técnico de seu time, que tinha, entre outros, Carlos Alberto Torres, Edinho, Rodrigues Neto, Carlos Alberto Pintinho e, por ironia do destino, Rivellino, o ex-ídolo corintiano.
O Corinthians jogou com: Tobias; Zé Maria, Moisés, Zé Eduardo e Wladimir; Givanildo (Basílio), Ruço e Neca; Vaguinho, Geraldo (Lance) e Romeu. Técnico: Duque.
O Fluminense foi de: Renato; Rubens Galaxe, Carlos Alberto Torres, Edinho e Rodrigues Neto; Carlos Alberto Pintinho, Cléber (Erivelto) e Rivellino; Gil, Doval e Dirceu. Técnico: Mário Travaglini.
Na foto acima, de costas, de camisa vermelha listrada, o então repórter de campo Fausto Silva.
Quase 147.000 torcedores compareceram ao Maracanã, sendo que a metade era composta por apaixonados corintianos. Foi o maior deslocamento humano ocorrido até hoje em decorrência de um evento esportivo.
O jogo terminou empatado em seu tempo normal, 1 a 1, e, nos pênaltis, deu Corinthians. Na final, em Porto Alegre, mais uma decepção para os corintianos: o Inter venceu por 2 a 0 e foi campeão. O Corinthians só foi quebrar o jejum de títulos no ano seguinte, conquistando o Campeonato Paulista.
Eis um trecho do que escreveu Nélson Rodrigues, que era torcedor do Fluminense, para o jornal "O Globo", no dia seguinte:
"Uma coisa é certa: não se improvisa uma vitória. O jogo começou na véspera, quando a Fiel explodiu na cidade. Durante toda a madrugada, os fanáticos do Timão faziam uma festa no Leme, em Copacabana, Leblon, Ipanema. E as bandeiras do Corinthians ventavam em procela. Ali, chegavam os corintianos, aos borbotões. Ônibus, aviação, carros particulares, táxis, a pé, a bicicleta. Nunca uma torcida invadiu outro estádio com tanta euforia. Houve um momento em que me senti estrangeiro na doce terra carioca."
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