Atrizes da Globo como Carol Castro, Rosamaria Murtinho, Nathalia Timberg, Susana Vieira e Bárbara Paz, também protestaram contra a decisão do STF, vestindo luto. É como diz o nosso hino: "Verás que um filho teu não foge ao luto!"
Hoje é uma data histórica para palmeirenses como Mauro Beting, Simoninha, Giovanni Bruno, Moacyr Franco, Emílio Orciollo, Magic Paula, Júlio Medaglia, Sérgio Reis, Boris Casoy e tantos outros. Hoje faz 71 anos que o Palestra Itália virou Palmeiras, ganhou do São Paulo por 3 a 1 e conquistou o título paulista! O Palmeiras jogou com: Oberdan; Junqueira e Begliomini; Zezé Procópio, Og Moreira e Del Nero; Cláudio, Waldemar Fiúme, Villadoniga, Lima e Echevarrieta. Técnico: Del Debbio. Comemore com moderação. Todo cuidado é porco.
Ministro da Integração, Fernando Bezerra Coelho (com esse nome, deveria ser presidente do Ibama), irá entregar seu cargo hoje, por ser do PSB. Deverá se tornar Ministro da Entregação.
César Camargo Mariano, um de nossos melhores pianistas e arranjadores, pai de Maria Rita e Pedro Mariano (ambos filhos de Elis Regina), entrando para o seleto rol dos septuagenários. Tocando em frente.
A Revista Trip fez uma bela reportagem com dois ícones da propaganda brasileira, no Mercadão de São Paulo: Sebastian e Baixinho da Kaiser. Na foto, estão ladeando o repórter Arthur Veríssimo (de óculos) e o jornalista Silvio Natacci. Grandes ícones da propaganda é o que estamos propagando.
Ontem, no Museu do Futebol, Orlando Duarte lançou mais um belo livro sobre as Copas do Mundo: "Paixão, O Brasil de Todos os Mundiais". Na foto, ao lado do jornalista Silvio Natacci. Um livro que é um gol de placa!
Uma pianista paulista, radicada em Santa Catarina, postou um vídeo no Youtube onde aparece tocando nua, reivindicando igualdade no gênero. O problema é que às vezes ela confunde partitura com parte dura.
Ellen Rocche irá informar no programa "Estrelas", da Angélica, no próximo sábado, que, antes da fama, queria ser cardiologista. Faz sentido. Hoje, arrebata corações.
Um dos mais importantes compositores da música popular brasileira, o sumido Geraldo Vandré está fazendo hoje 78 anos. Em 1966, foi vencedor de dois festivais: o da TV Excelsior, com "Porta Estandarte" (em parceria com Fernando Lona), e o I Festival da Record, com "Disparada" (em parceria com Théo de Barros), empatado com "A Banda", de Chico Buarque. Em 1968, provocou um momento histórico: no Festival da Globo, com um simples violão, levou o público ao delírio com "Pra Não Dizer Que Não Falei das Flores", irritando os militares e fazendo com que a música vencedora, "Sabiá", de Tom Jobim e Chico Buarque, levasse uma sonora vaia. Sua música tornou-se um hino contra a ditadura. Geraldo Vandré, 78 anos. E até hoje o Brasil está caminhando e cantando e seguindo a canção.
Hoje é uma data muito importante para santistas como Milton Neves, Fausto Silva, João Dória Jr., Mariana Belém, Mônica Waldvogel, Renato Teixeira, Guilherme Arantes, Fábio Jr., Paulo Vilhena, Oscar Magrini, Ney Latorraca, delegado Nico, Paulo Goulart, Zeca Baleiro, Marcelo Tas e tantos outros. Hoje faz 50 anos que o Santos sagrou-se Bicampeão da Libertadores. Na foto, em pé: Lima, Zito, Dalmo, Calvet, Gilmar e Mauro. Agachados: Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe. Bons tempos aqueles em que a maré estava para Peixe!
De terno, o jornalista e publicitário Silvio Natacci; ao centro, o carismático Baixinho da Kaiser com toda a equipe do programa "Reclame". Uma entrevista à altura.
Leônidas da Silva nasceu em 6 de setembro de 1913, no bairro de São Cristóvão, Rio de Janeiro, e, portanto, estaria completando 100 anos hoje. Com 13 anos, já estava jogando nos juvenis do São Cristóvão. Passou pelo Barroso, pelo Sul-Americano, pelo Sírio-Libanês e, em 1931, foi para o Bonsucesso, que lhe ofereceu 400 mil réis por mês e mais dois pares de sapatos e dois ternos como luvas. Em 1932, defendeu o Brasil contra o Uruguai, pela Copa Rio Branco, em Montevidéu. Vencemos por 2 a 1 e ele fez os dois gols. Por isso, em 1933 foi contratado pelo Nacional de lá. Depois, passou pelo Vasco, pelo Botafogo e, em 1936, transferiu-se para o Flamengo, quando começou sua melhor fase. Foi convocado para as Copas de 1934 e 1938, sendo o artilheiro desta última. Em 1942, com 28 anos, foi contratado pelo São Paulo por 200 contos de réis, a mais cara transação sul-americana da época. Sua estreia contra o Corinthians, em 24 de maio, bateu o recorde de público no Pacaembu, que permanece até hoje: 70.281 espectadores. Imortalizou o gol de bicicleta e, por sua elasticidade, ganhou o apelido de Homem Borracha. Por suas atuações na Europa, recebeu outro apelido: Diamante Negro, nome de chocolate até hoje. Jogou pelo Tricolor até 1950, atuando em 210 partidas, fazendo 142 gols. Leônidas morreu, vítima de Mal de Alzheimer, em Cotia, São Paulo, em 24 de janeiro de 2004. Se jogasse hoje, com suas "bicicletas", certamente teria faixa exclusiva no gramado.